Caminho e Destino

terça-feira, 18 de fevereiro de 2025

 

Seja como for, eu sigo meu caminho,
Na noite densa ou sob a luz do dia.
Se o vento corta ou traz um ar morninho,
Ainda avanço, em paz ou agonia.

Seja como for, a vida há de brilhar,
Nos olhos tristes ou no riso franco.
E ao tropeçar, saberei me levantar,
Pois cada queda ensina mais que um banco.

Se o tempo muda e me desfaz certezas,
Que venha a chuva e limpe a dor sentida.
No vendaval renasce a fortaleza.

E quando enfim eu vir a estrada erguida,
Serei mais forte, mesmo em correnteza,
Pois sou raiz que finca além da vida.

O Pilar Mais Novo: A Fábula do Herói Irreverente

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2025


"Era uma vez três irmãos que, após muitas aventuras nas ruas de uma cidade ensolarada chamada Goiânia, partiram em busca de novos horizontes em um reino distante chamado Rio de Janeiro. No caminho, enfrentaram monstros invisíveis e perdas dolorosas, como a da mãe, que deixou uma cicatriz profunda em seus corações.

O mais novo dos irmãos, conhecido por seu humor ácido e uma coragem inabalável, tornou-se um pilar na vida dos outros dois. Mesmo quando os ventos sopravam contra, ele manteve a força, guiado pela luz de uma pequena princesa chamada Anna Clara. Os irmãos mais velhos o admiravam, não só pela sua bravura, mas pela capacidade de manter a peteca em jogo, mesmo quando o campo parecia inclinado.

Agora, ao completar 44 verões, o irmão mais novo está apenas começando a construir um futuro ainda mais brilhante. A fábula não termina aqui; o próximo capítulo está prestes a começar, e nele, a força e a sabedoria daquele que sempre foi um alicerce vão continuar a guiar a família. O reino, afinal, precisa de heróis, e ele, sem dúvida, é um deles."

Entre Panelas e Estrelas: A Saga de Rose


Era uma vez, num reino onde o antigo se misturava com o futurismo – o vibrante e mágico Reino Nova Carioca – uma guerreira singular chamada Rose. Ainda pequena, na terra ensolarada de Goânia, ela ganhava o apelido carinhoso de Leleca, dado por seu irmão mais velho, Ailton, em meio a risos e travessuras que já anunciavam sua personalidade única.

Crescendo nas ruas encantadas do Rio de Janeiro, Rose descobriu que, assim como os alquimistas medievais transformavam metais em ouro, ela podia transmutar ingredientes simples em verdadeiras poções de afeto e sabor. Entre panelas cintilantes e fogões que mesclavam tecnologia futurista com segredos ancestrais, a jovem chef se tornou uma verdadeira feiticeira da culinária, encantando todos com suas receitas que traziam cura e alegria.

Mas nem todo feitiço era feito apenas de temperos e sorrisos. Quando a rainha do lar – sua amada mãe – adoeceu, o reino inteiro mergulhou em uma sombra de tristeza. Sem hesitar, Rose assumiu o manto de protetora. Ao lado de seus irmãos, Ailton e Adeilton, ela se dedicou com coragem e afeto, preparando banquetes mágicos que aqueciam corações e esperavam, com cada prato, trazer um pouco de luz àqueles dias sombrios. Mesmo quando o destino se mostrou cruel com a perda trágica de um dos irmãos por parte de pai, sua determinação em manter a união da família se fez ainda mais forte, transformando a dor em laços inquebrantáveis.

Sempre rodeada de amigos e aliados, Rose era conhecida pelo seu humor debochado e sarcasmo afiado, capaz de arrancar risadas mesmo nos momentos mais tensos. Sua paixão pela cultura pop, pela música e pelos filmes lhe conferia uma visão única do mundo, onde cada refeição era uma celebração da vida e de todas as suas nuances.

Agora, aos 46 anos, com a sabedoria dos anos e o amor compartilhado com sua companheira Duda, Rose continua sua saga. Em seu pequeno refúgio-castelo, entre receitas futuristas e tradições medievais, ela não só preserva a memória dos que amou, mas também constrói novos caminhos para transformar dor em arte e desafios em vitórias.

E assim, na interseção entre o antigo e o novo, a saga de Rose nos ensina que, com coragem, afeto e um toque de irreverência, é possível transformar até os momentos mais sombrios em uma deliciosa celebração da vida.

Minha Mamãe

quinta-feira, 14 de março de 2013

 
Nunca uma palavra pesou tanto,
quanto dizer Mamãe
Não vou mais poder dizer isso sem sentir,
sem me emocionar
Jamais será a mesma coisa
Uma dor vazia.
Sinto muita falta dela
Minha amiga, confidente e exemplo de vida.
Minha mãe foi guerreira
Chorando quase todas as noites
Sempre desejando um sonho com ela.
Para dizer que a amo demais
E que devo tudo que sou a ela
Que tudo que fiz não foi somente para me sentir vitorioso na vida,
mas para dar orgulho a ela.
Para poder dizer: Meu Filho!!!

"Seus exemplos e ensinamentos serão sempre lembrados"

Te Amo Mamãe.

08/12/1955 à 09/02/2013

quinta-feira, 22 de março de 2012

Me sinto bobo às vezes...
Por imaginar e fantasiar coisas que não aconteceram,
E que, talvez, nunca aconteça.
Por que isso?
Me sinto bobo.
Não por ser bobo na maneira de brincar,
Mas bobo por ser ingênuo... talvez infantil...
Gosto de doces, desenhos e cafuné!
Quem não gosta?
Já chorei por uma menina que não quis dançar comigo.
Já lamentei não ser químico por não conseguir descobrir uma cura.
Já fiquei feliz só porque o dia me pareceu bonito.
Parece bobo.
Assim me sinto agora.
Bobo de olhar e imaginar.
Sentado aqui, esperando, quem sabe, alguém que imaginei.
Só por ser o bobo que sou... o bobo que me sinto.