Pirenópolis: Sem Comentários

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Quando tudo muda?

terça-feira, 25 de maio de 2010

E essa angústia que sinto no peito,
De que às vezes nada faz sentido.
Do tempo perdido, de tudo que faço sem rumo,
E dessa falta que tenho no coração,
Um vazio sem preencher que já não sei
O que fazer para acalmar esse pulsar.
Das paixões não correspondidas,
Que às vezes me encantam e logo me desapontam.
É tão bobo, às vezes, o jeito que me sinto.
Mas essa angústia de não saber o que fazer
Quase me consome.
Esse desequilíbrio em que me encontro,
E essa falta de entendimento desta vida tão complicada.
E as horas em claro, apenas pensando,
Tentando imaginar como seria cada instante em outra realidade,
Vendo o amor nascer, o instante se eternizar
E os problemas se tornarem simples.

Na fé

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Com fé construo e também desfaço,
Pois tudo nasce onde a crença enxerga.
Na noite fria, sob o céu esmaço,
Minha esperança à luz da vela enverga.

Se ao dia luto e enfrento o cansaço,
Vejo um amigo, cuja voz me enerva.
Ri dos problemas, segue o seu compasso,
Enquanto a vida a dor em mim reserva.

Mas quando a solidão vem me cercar,
Minha alma voa e, leve, se desprende,
E à fé renasce, pronta a me guiar.

É nela que meu peito se estende,
No dissabor que insiste em me tomar,
Só minha fé me salva e me defende.