Sempre sondo o meu passado para saber o que fiz de errado
para que nesse presente faça o certo.
Lembrando quase sempre do desfecho de meus dias infinitos.
Não desprezo se quer um momento desse. Pois me fizeram grande
e com o punhos mais serrados para a vida.
Fito em meus olhos cada olhar que me fez,
Sinto em meu corpo o toque e o calor dos dedos.
Ardilosos? Não sei...
Com que culpa posso sofrer desse último momento sentido.
Pressinto que para esse amor dispensar,
Outro estava a passar por esse momento.
Mas que no túmulo da noite percebeu que esse foi enganado.
Que não era o esperado.
Que processo tenho que entender? Se é que tenho que entender.
Que desculpa tola foi essa?
Penso que passou e que agora, talvez, não importa mais.
Vou carregar o carinho e o sentimento vazio
que não vai se completar.
Vou além do que penso até não mais respirar
todo amor que tenho para em outros pensar.
É o meu intento, minha costumas falta de senso
em pensar que sempre posso amar.
Triste Aedo
segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
Escrito por Ailton Nunes às segunda-feira, dezembro 28, 2009
Marcadores: Momentos, Tom Pensante
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