De parte do que sou

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

É essa luz que agora vejo que me faz ser novo,
E de novo sou o sentimento, sou a dúvida e a certeza.
Sou como o vulcão às vezes, mas na maior parte sou a árvore,
Paciente com o tempo e inerte aos acontecimentos que estão além da minha copa.
Quero que brote o meu amor, que reviva o sentimento de completude.
Quero ter a alegria de ver a majestade de sua presença
E, todos os dias, dizer que te amo.
Sempre falo dos sentimentos, mas o que dizer quando não se sente nada?
Não sou passivo, sou aquele que compreende. Sei aceitar os defeitos alheios.
Em meus instantes sozinho, me encho de dúvidas,
Dúvidas que sempre me colocam em xeque com a vida.
São dúvidas filosóficas sobre como posso ser melhor,
E cada vez melhor para aqueles que amo.
E para quem irei amar um dia, incondicionalmente.
Não sou simples, mas também não sou complexo.
E quero ser compreendido, pelo menos tento ser.
Não sou vítima, sou apenas aquele que gosta das palavras benditas.
Pode me ofender, se quiser, mas escolha palavras gentis.
Mas, apesar de tudo, sigo gostando muito e amando cada vez mais.

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